Doenças

cachorro pra baico

Como todos os animais, os cães estão suscetíveis a uma vasta lista de doenças, que podem prejudicar muito a vida do animal e do seu dono. É importante conhecermos quais são essas principais doenças em cachorros para podermos identificar quando o animal esta doente e sabermos, também, quando é necessário levar nosso animal ao médico veterinário para um tratamento adequado. Claro que não é possível entrarmos em detalhes sobre todas as doenças, mas de forma breve vamos esclarecer algumas duvidas iniciais e tentar demonstrar a importância de conhecermos  as doenças de cachorro e sintomasassociados que podem afetar o seu amigo de quatro patas. Dentre as doenças caninas, citaremos primeiro as que são prevenidas pela vacinação e falaremos um pouco sobre cada uma delas. São elas:

  • Cinomose em cães
  • Parvovirose canina
  • Hepatite infecciosa canina
  • Leptospirose canina
  • Raiva canina

Cinomose em cães É uma das doenças em cães que mais causa morte. Causada pelo VCC (vírus da cinomose canina), é altamente contagiosa, podendo ser transmitida por contato com secreções do nariz e da boca (forma direta) ou pelo ar (de forma indireta); tem como sintomas principais em seu estagio inicial:

  • febre,
  • indisposição,
  • perda do apetite,
  • aumento de secreção nasal e ocular,
  • dificuldade respiratória,
  • espirros,
  • diarréia
  • vômitos.

No seu quadro mais grave aparecem também sintomas neurológicos, tais como, tremores e falta de coordenação motora. Por ser uma doença tão agressiva e contagiosa, o tratamento da cinomose canina é de difícil realização e por isso a vacinação é muito importante.

Parvovirose

Uma das doenças em cachorros mais conhecidas, a parvovirose é causada pelo parvovírus e acomete principalmente filhotes, tem uma taxa de mortalidade alta e pode ser transmitida por contato com urina ou fezes de outros animais contaminados. Seus principais sintomas são:

  • Diarréia
  • Apatia
  • Desidratação
  • Perda do Apetite.

Uma das principais dicas para evitar essa doença em seu cachorro é evitar sair com seu animal antes que ele esteja devidamente vacinado.

Hepatite infecciosa canina

Essa doença de cachorro acomete principalmente filhotes de 4 a 10 semanas de vida. Inicialmente ela causa uma febre branda, podendo passar em até 4 dias. Contudo em seu quadro mais grave ela pode causar morte do filhote. Portanto preste muita atenção a hepatite canina. Sintomas são comuns de aparecer, sendo que o animal pode apresentar:

  • aumento dos linfonodos,
  • sangramento da boca,
  • fezes e urina com sangue.

É uma doença de cachorro muito agressiva, podendo causar óbito um dia após o aparecimento dos sintomas. Por isso é importante levar o animal ao veterinário ao inicio de qualquer suspeita.

Leptospirose canina

Doença de cachorros muito conhecida no Brasil, pode ser transmitida pelo contato com a urina de roedores, por isso acaba sendo muito comum em locais que sofrem com o acontecimento de enchentes. Os principais sintomas são:

  • perda de apetite,
  • aparecimento de lesões na boca do animal,
  • urina com sangue,
  • vômitos e
  • diarréia.

É muito importante prestar atenção aos sintomas de leptospirose em cãese realizar o diagnóstico desta doença, pois existe o risco de contágio inclusive para o dono do animal, sendo portanto uma das doenças transmitidas pelo cachorro, ou seja, uma zoonoses. O melhor método de prevenção esta em vacinas para leptospirose canina, por isso é muito importante vacinar o animal todo ano, já que leptospirose pode causar morte tanto do animal quanto do proprietário, se infectado.

Raiva canina

Uma das doenças mais conhecidas no mundo todo, causada por um vírus (rabies vírus) é uma das doenças mais antigas do mundo, conhecida também pelos mais antigos como hidrofobia, pois ao causar falta de coordenação motora, o animal não consegue beber água. Além disso, causa também uma rigidez muscular impossibilitando a deglutição; sialorréia (aumento da produção de saliva) e outros sintomas neurológicos. Em poucos caso experimentais foi alcançado à cura desta doença e a vacinação é obrigatória em todos os mamíferos domésticos. De forma básica essas são as principais doenças que são protegidas pela vacina, existe uma grande variedade de doenças de cachorros e nos próximos artigos vamos citar algumas outras e ilustrar a importância de cada uma delas. Lembrem sempre que ao aparecimento de qualquer doença é sempre importante consultar um bom veterinário.

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Pets também podem sofrer com problemas de tireóide

Você sabia que o hipotireoidismo, problema anunciado ontem pelo atleta Ronaldo, também afeta os pets. Mais comum em cães de médio e grande porte e muito raro em gatos, as alterações no funcionamento da tireóide podem ser percebidas através de sintomas como: ganho de peso, alterações na pelagem e intolerância ao frio, apatia ou sonolência.

Umas das doenças endócrinas mais comuns em cães, o hipotireoidismo tem sintomas como ganho de peso, alterações na pelagem e intolerância ao frio, apatia ou sonolência.

Assim como nos humanos, os hormônios também são essenciais para a harmonia no funcionamento do organismo dos animais. Dentre todos os desequilíbrios hormonais, os localizados na glândula tireóide são os mais comuns para os cães. “Os hormônios tiroxina (T4) e triidotironina (T3), são produzidos pela glândula tireóide, localizada no pescoço em ambos os lados da traquéia”. Os hormônios tiroidianos influenciam o metabolismo de importantes funções do corpo como a frequência cardíaca, o controle da temperatura corporal e funções mentais. A deficiência desses hormônios leva a uma diminuição da taxa metabólica, o que significa uma redução na velocidade que a células trabalham.

A redução dos níveis dos hormônios tiroidianos pode ocorrer por uma série de fatores, e levam a um quadro conhecido como hipotiroidismo. Inflamações na glândula, uma falha crônica com a atrofia, por exemplo e, em casos raros, tumores podem ser os responsáveis pela diminuição da secreção desses hormônios, cita. É comum os donos de cães esquecerem que várias funções do organismo de seu animal são comuns às suas e podem sofrer alterações. Por isso muitas vezes o animal apresenta sintomas de problemas hormonais, por exemplo, e o proprietário não tem idéia do que está causando as alterações.
Os sintomas mais comuns do hipotireoidismo são: ganho de peso, intolerância ao frio, sonolência ou apatia e uma variedade de alterações da pele ou pelos. As alterações cutâneas mais comuns são perda de pelos, mudanças na cor e qualidade do pelo, e predisposição a infecções cutâneas. Os sinais menos comuns incluem alterações reprodutivas e neurológicas. O diagnóstico de hipotireoidismo é feito dosando a concentração dos hormônios tiroidianos (T3, T4 e T4 livre) no sangue. Se as concentrações desses hormônios estiverem baixas, outros testes podem ser realizados para determinar se a diminuição é por problema na tiróide ou por outras doenças ou medicamentos. É preciso estar atento a animais que apresentam alterações de peso mesmo quando uma dieta balanceada é mantida. É importante sempre buscar atendimento veterinário em locais que possuam estrutura adequada para solicitar ou oferecer os exames laboratoriais necessários para diagnosticar quadros como o de hipotireoidismo.

O hipotiroidismo é mais comum em cães de médio e grande porte e muito raro em gatos. As raças predispostas a apresentar o problema são: Labrador, Golden Retriever, Dobermann, Boxer, Cocker e Sheepdog. Todas as patologias apresentam raças mais ou menos propensas e não há uma explicação genética para esse fator. Os estudiosos acreditam que é uma característica dos cruzamentos e da seleção natural que aconteceu ao longo dos anos. Felizmente, a doença pode ser facilmente tratada com medicação oral e geralmente as alterações provocadas por ela começam a melhorar após as duas primeiras semanas de cuidados. “Na maioria dos casos, o tratamento e acompanhamento do animal que apresenta hipotiroidismo são mantidos pela vida toda.

Quer Saber Qual a Idade do seu Cão em Relação à sua?

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Seu amigo cachorro é jovem, adulto ou já idoso? Quer saber qual a idade do seu cachorro em comparação à sua? Veja na tabela abaixo a idade correspondente ao homem e saiba o que muda em cada fase de sua vida.

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PROIBIÇÃO:

CRMV proíbe médico-veterinário de realizar suas consultas gratuitas:

Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (São Paulo/SP) entende que a prática da ação gratuita desrespeita o código de ética da profissão e que as ações de utilidade pública são aquelas realizadas por entidades sem fins lucrativos, como Ong’s.

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Bolas de Pelos

Existem maneiras de prevenir bolas de pelos nos gatos, segundo especialista Alimentação completa e balanceada pode acabar com este tipo de problema Nas épocas das trocas de pelos, os tutores devem aumentar a frequência de escovação (Foto: divulgação) Os gatos são muito rigorosos com a sua higiene e passam boa parte do tempo lambendo sua pelagem. Isso acarreta a ingestão de um grande volume de pelos que, de um jeito ou de outro, terão que sair do seu organismo. Por isso a Royal Canin (Descalvado/SP), marca de alimentação super premium para gatos e cães, reuniu dicas da médica-veterinária e coordenadora de Comunicação Científica, Luciana Peruca, para que o proprietário se atente à algumas ações possíveis no dia a dia, que impactam, diretamente, na diminuição da formação das bolas de pelos. Segundo a especialista, é preciso escovar o gato, ao menos, duas vezes por semana. “A escovação garante um ótimo momento de interação entre o proprietário e o animal”, declara a profissional que diz, que, para isso, é interessante procurar uma escova apropriada para a espécie felina. Nas épocas  das trocas de pelos (verão e primavera), os tutores devem aumentar a frequência de escovação para, no mínimo, três vezes por semana. “Também é importante certificar-se que o gato não apresenta alterações na pele, já que isso pode provocar um aumento da coceira e, consequentemente, maior perda e ingestão de pelos”, alerta. A médica-veterinária reforça a importância de garantir que o ambiente em que o gato vive tenha brinquedos, prateleiras e área de descanso para diminuir o estresse e o tempo que ele passa se higienizando. “Fornecer água fresca em vários potes no ambiente e deixar, ao menos, duas caixas de areia para cada gato estimula a micção”, declara.

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O alimento age facilitando a excreção dos pelos e evita a formação das bolas de pelos (Foto: divulgação) Uma alimentação completa e balanceada, com perfil nutricional que auxilia na diminuição da formação das bolas de pelos, é uma grande aliada nos casos de recorrência de aparecimento das bolas de pelos, de acordo com a profissional. Para auxiliar na eliminação dos pelos ingeridos, a Royal Canin trouxe para o Brasil mais um produto do portfólio de felinos: o alimento úmido Hairball Care Wet. Composto por fibras solúveis (Psyllium) e insolúveis (celulose), o alimento age facilitando a excreção dos pelos e evita a formação das bolas de pelos. Atualmente, este é o único alimento úmido completo e balanceado do mercado, segundo a empresa, que auxilia na eliminação dos pelos ingeridos pelos gatos adultos (com mais de um ano de idade). A Royal Canin acredita que Hairball Care Wet será um produto com excelência reconhecida tanto pelos tutores (donos de gatos) como pelos prescritores (médicos-veterinários, criadores e lojistas).

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Pulgas

• As pulgas são parasitas externos e nossos animais podem pegar no ambiente e de outros cães. Elas picam muitas vezes ao dia, o que causa muita coceira e algumas vezes alergia, feridas e queda de pelos.

Se você encontrar pulgas ou aqueles “pontinhos pretos” que são as (fezes do parasita adulto,) na pele e pelos do animal, busque o quanto antes o tratamento adequado, conforme orientação do Veterinário.

O ciclo de vida deste parasita possui quatro fases: ovo, larva, pupa e adulta. A fase que vemos no animal é apenas a adulta, que representa 5% da infestação. As formas jovens são as 95% restantes e estão no ambiente onde o animal vive.
As pulgas adultas no animal colocam vários ovos por dia, estes caem no ambiente que ele frequenta, onde se desenvolverão nas fases seguintes de larva e pupa (como um casulo).
Na próxima fase de “jovens adultas” ficam no ambiente aguardando a presença de um animal, para pular sobre ele e se alimentar ,dando continuidade ao ciclo.
Por isso quando há pulgas no animal é importante lembrar que elas estão no chão, nas camas, no sofá e por todos os outros lugares frequentados pelos pets.

• Origem
Verificamos que a pulga está em nosso planeta há muito tempo. Estudos indicam ancestrais na Era Paleozóica, há cerca de 280 milhões de anos a.C.. Existe comprovação de ancestrais mais parecidos com as pulgas de hoje na Era Cenozóica (65-50 milhões de anos a.C.).

A espécie mais comum em cães e gatos no Brasil é a Ctenocephalides felis, introduzida na América possivelmente no século XVI com os colonizadores europeus e seus animais.

Espécies

Você sabia que existem em torno de 2.500 espécies diferentes de pulgas?

Conheça algumas delas:

Ctenocephalides felis – Parasita cães, gatos e o homem em algumas situações.

Ctenocephalides canis – Parasita cães, gatos e o homem em algumas situações.

Pulex irritans – Parasita os homens, mas também cães e gatos.

Xenopsylla cheopis – Parasitas roedores, pode picar o homem, sendo a principal vetora da peste bubônica.

Tunga penetrans – Conhecida como “bicho-do-pé”, acomete mamíferos penetrando na sua pele.

Observações

A pulga é um parasita muito voraz. Cerca 72 pulgas adultas podem consumir 1 ml do sangue do animal por dia. A pulga é uma ótima saltadora. Ela pode saltar mais de 300 vezes a altura do seu próprio corpo.

As pulgas adultas, procuram ficar nas pontas dos tapetes, dos móveis ou em cima de qualquer objeto para facilmente localizar o hospedeiro.
“O meu animal não tem pulgas porque ele vive dentro de casa, que é muito limpa.”

As pulgas são muito adaptadas aos vários tipos de ambiente, sobrevivem em áreas internas e externas. Muitas vezes, as áreas internas das residências oferecem condições mais propícias para a proliferação e esconderijo das pulgas. Por serem muito resistentes a produtos de limpeza comuns, é bom ressaltar que uma infestação por pulgas não é sinônimo de sujeira.

“Percebi que meu animal está cheio de “ovos” pretos na pele e nos pelos.”

O ovo da pulga não é perceptível ao olho nu, pois é microscópico, além de sua coloração ser perolada e não preta. Aqueles pontinhos pretos que vemos na pele do animal são as fezes da pulga adulta.

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“O meu animal de estimação não pode ter pulgas porque, se tivesse, estariam subindo nas pessoas que vivem na residência.”

A pulga do cão só subirá em humanos em último caso. Elas têm preferência por cães e gatos. O fato delas não subirem em nós, não quer dizer que não estejam em nossas residências.
“O meu animal de estimação não pode ter pulgas porque eu as observaria em seu corpo.”

Se a infestação é baixa nem sempre visualizamos as pulgas, pois elas se movimentam o tempo todo pelo corpo do animal. Algumas vezes poderemos notar somente a coceira e visualizar as fezes.
Se o animal estiver se coçando muito, o ideal é levá-lo ao Médico Veterinário.

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O CARRAPATO:

• ou entardecer, No cão a espécie mais comum de carrapato é o Carrapato Marrom (Rhipicephalus sanguineus). Eles sobem no animal, fixam-se na pele e podem transmitir doenças. Quando essa situação ocorre é preciso buscar tratamento o mais rápido possível.
Este carrapato está adaptado às áreas urbanas, podendo ser encontrado no interior das residências. Ao abandonar seu hospedeiro, a fêmea precisa de alguns dias para botar os ovos. Para fazer seu ninho, ela procura lugares altos, sem umidade e com baixa luminosidade, como em frestas, rodapés, batentes de porta, atrás de quadros e embaixo de estrados de camas. Este carrapato não gosta de ficar no chão ou grama.
O ciclo de vida do carrapato possui 4 fases: ovo, larva, ninfa e adulto. No cão podemos ver as fases jovens (larva e ninfa) e adulta. Quando não estão no animal eles se escondem em “ninhos”, onde passam a maior parte da vida. O carrapato não troca de fase sobre o animal, ele sempre faz isso no ambiente, nos ninhos.
Normalmente estes ninhos são próximos de onde o animal dorme. Ao sair do esconderijo, os carrapatos caminham pelo ambiente a procura dos nossos amigos para se alimentarem. É mais fácil encontrar os carrapatos no ambiente, geralmente em paredes ou muros, no amanhecer pois são momentos em que o clima está fresco.
Os carrapatos são extremamente resistentes, podem ficar semanas escondidos sem se alimentar, aguardando uma condição de clima mais favorável para saírem em busca de alimento. Eles também são resistentes a produtos de limpeza, por isso infestação não é sinônimo de sujeira.
Tempo máximo sem se alimentar:
Larva – até 60 dias.
Machos adultos – até 200 dias.
Fêmeas adultas – até 220 dias.

ETAPAS DA VIDA DOS CÃES:

1) FILHOTE: Até 1 ano de idade:
Um novo amigo chegou! Então, cuide dele com carinho e atenção.
Muito curiosos, nesta fase os cães estão começando a conhecer o mundo, as coisas e as pessoas através do olfato. Extremamente brincalhões, eles estão cheios de energia! Brinque com seu animal e participe de suas descobertas. Saiba mais na Seção Comportamento.
Pequenos e frágeis, os filhotes são suscetíveis a um grande número de parasitas e precisam de cuidados especiais para proporcionar uma relação saudável entre você e seu amigo. É importante também conhecer sobre os prazos de vacinação adequados e os tipos de vacina que o seu filhote necessitará. Consulte sempre um Médico Veterinário.
Alimentação
O período de amamentação é fundamental. Depois, a melhor opção é ração para filhotes. Não dê a sua comida, pois os animais têm carências nutricionais diferentes das nossas!
Dicas: Assim que você comprar, ganhar ou adotar um filhote convém levá-lo ao Médico Veterinário para uma avaliação geral. Enquanto seu cão não estiver com as vacinas em dia, cuide para que ele entre em contato apenas com animais saudáveis.

 

2) ADOLESCENTES: de 1 a 3 anos de idade:
Um amigo animado e companheiro. Nesta fase, os cães estão mais ativos e tudo é motivo para uma boa brincadeira. A prática de esportes, como Agility, é uma boa opção para gastar a energia.
Nesta fase o animal quer desbravar o mundo e descobrir novidades como outros cães e pessoas. Tamanha curiosidade traz uma possibilidade maior de fugirem e/ou se perderem. A educação e o adestramento do cão adolescente são muito importantes para que a relação com a família seja saudável e divertida.
Alimentação
Nossos amigos precisam de uma ração balanceada específica para sua faixa etária. Não dê restos de comida!

Especialistas contam como a Clamidiose deve ser manejada

Doença foi detectada em mais de 460 espécies de aves A Clamidiose aviária é uma doença zoonótica, altamente infecciosa, causada pela bactéria Chlamydia psittaci. Quando a infecção ocorre em humanos, a doença é chamada de psitacose. Apesar de ter sido detectada em mais de 460 espécies de aves, infecções causadas pela C. psittaci são mais frequentes em psitaciformes (araras, cacatuas, papagaios, periquitos, calopsitas) e columbiformes (pombos, rolinhas e gouras). É uma das principais zoonoses transmitidas por aves silvestres, sendo a maioria dos casos humanos decorrentes do contato com aves de estimação. Ainda assim, a transmissão aos humanos não está somente restrita ao meio pet; outros grupos de risco compreendem profissionais que possuem contato direto ou indireto com aves, como aqueles que trabalham em zoológicos, centros de triagem, criadouros e etc. O tratamento de eleição para a clamidiose aviária consiste no uso de tetraciclinas, particularmente a doxiciclina, por período prolongado (30 a 45 dias).

Paralelamente ao tratamento com antibiótico, a ave deve receber terapia de suporte e permanecer em ambiente isolado. A antibioticoterapia profilática é altamente desaconselhada, pois pode levar à resistência bacteriana. Também é fundamental a implementação de rigorosas medidas de limpeza e desinfecção do ambiente e dos materiais que entram em contato com as aves.

 

Dicas para proteger animais de estimação do frio

gatinho

O outono chegou há algumas semanas e já deixa sua marca com as oscilações de temperatura durante o dia, que registram variações entre 15°C e 26º graus. Se nesse período, as pessoas ficam sensíveis e manifestam problemas respiratórios, alergias e resfriados, o mesmo pode acontecer com os animais de estimação.

O primeiro passo a tomar é reservar um lugar quente para o animal. Se o tutor estiver sentindo frio, certamente, o pet também estará, principalmente os de pelagens curtas e médias. Mas isso não quer dizer que os animais de pelos longos não sejam sensíveis à queda do termômetro, como ela explica. “Por isso, é importante oferecer uma casinha, tapetes, colchonetes, cobertores e roupas adequadas para que eles possam dormir tranquilos. Não deixá-los ao ar livre ou em locais com passagem de ar também é importante”, aconselha.

É preciso escolher bem a hora dos passeios. Durante o outono e inverno, é necessário evitar passear com os animais nos horários mais frios, geralmente no amanhecer e no fim da tarde. É viável sair com o cão em horários de temperatura mais amena e, de preferência, com um pouco de sol.

Oferecer uma alimentação completa e balanceada ao pet também é um fator interessante. Em geral, há um gasto energético maior durante os dias frios, mas se ele já mantém uma alimentação balanceada, de acordo com o porte e idade, deve continuar recebendo a porção habitual.

Por último, o tutor deve ficar atento aos sintomas. Se mesmo tomando os cuidados necessários, o animal apresentar sintomas semelhantes aos de um resfriado com tosse, espirro, febre e falta de apetite, é preciso ficar atendo. É hora de procurar um médico-veterinário de confiança.

Para cuidar da saúde dos pets, já existem vacinas seguras contra a gripe, que podem ser aplicadas anualmente e ajudam a prevenir esses problemas. Além disso, deve-se procurar um profissional também quando perceber que o animal está com muito frio e tremendo, mesmo que todas as medidas para aquecê-lo já tenham sido tomadas.